Repostagem do disco do Cego Oliveira.
Postagem original aqui: http://emboladaetc.blogspot.com/2007/06/cego-oliveira.html
Mastigue o filé: http://sharebee.com/840b8364
Senha: file
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
sexta-feira, 30 de maio de 2008
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Uirapurú - Villa Lobos - Cinderela - Prokofiev


Sob a regência do maestro Leopold Stokowski, a "Stadium Symphony Orchestra" de Nova Yorque executa duas peças de Heitor Villa Lobos: "Uirapurú" e "Modinha", das Bachianas Brasileiras.
"Uirapurú" é um "Pássaro de Fogo" tropical. É nítida a influência de Stravinsky.
Há ainda o belíssimo balé "Cinderela" de Prokofiev.
Mastigue o filé!
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Charlie Parker - At Café Society Downtown and Birdland - Disco 2


Como prometido, aí vai a postagem com a segunda parte do álbum: "Charlie Parker - At Café Society Downtown and Birdland". Aqui, ouvimos Parker em excelente companhia: Bud Powell, Max Roach e Charles Mingus, em "Dance of The Infidels", Dizzy Gillespie em duas faixas: "The Bluest Blues" e "On The Sunny Side of The Street" e o Modern Jazz Quartet (!!!) em "How High The Moon" e "Embreaceble You".
Mastigue o filé:
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Charlie Parker - At Café Society Downtown and Birdland - Disco 1


Apresentações ao vivo de Charlie Parker no "Café Society" e no "Birdland". Ouvimos aqui um Parker "bem gravado" (para os padrões das gravações ao vivo do Bird, talvez o mais mal gravado dos grandes músicos de Jazz). Podemos ouvir o próprio Parker anunciando as músicas.
Nesta postagem vai o Disco 1, dividido em três partes. Um dos destaques vai para o Medley com duas famosas baladas: Bewitched e Summertime. Que eu saiba, só há mais um registro de Parker tocando um Medley com baladas, numa gravação para o selo Verve.
Outro ponto alto do disco é a faixa 12, "Love come Back to Me", com quase 20 minutos (!) e a presença de Tony Scott no clarinete.
Em breve, postarei o Disco 2, com coisas mais interessantes ainda! Aguardem.
Mastigue o filé:
parte1
parte2
parte3
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Choro também é filé V: Choro Novo.

Músicas classificadas para as finais do primeiro festival nacional do choro - brasileirinho, organizado pela TV Bandeirantes, no ano de 1977. No ano seguinte (1978) houve o segundo festival, mas infelizmente essa iniciativa parou por aí. Nessa época havia uma enorme preocupação com uma possível extinção do choro. Como se sabe, hoje o choro está firme e forte, tendo recobrado forças sobretudo em Brasília.Mastigue o filé!
Choro também é filé IV: Pixinguinha de Novo.


Todas as composições são de Alfredo da Rocha Vianna Filho, o Pixinguinha, executadas por Altamiro Carrilho e Carlos Poyares, dois dos maiores flautistas de choro de todos os tempos.
Mastigue o filé!
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Links Quebrados
Olá, povo!
Muitos links estão quebrados. Vou tentar recuperar o que puder, mas não garanto nada. Por favor, se alguém quiser baixar algo, não der certo, e for coisa de vida ou morte, me avise que eu mando por email, ou algo do tipo.
Para o gaiato que andou deletando os arquivos aí vai minha resposta.
Muitos links estão quebrados. Vou tentar recuperar o que puder, mas não garanto nada. Por favor, se alguém quiser baixar algo, não der certo, e for coisa de vida ou morte, me avise que eu mando por email, ou algo do tipo.
Para o gaiato que andou deletando os arquivos aí vai minha resposta.
Choro também é filé III: Saraiva... é Sucesso


Ótimo disco do Saraiva, de 1965. A assinatura na capa, datada de 09/07/1965, é do Seu Nicolino Papa, meu pai. Mais discos do Saraiva podem ser encontrados no excelente blog Loronix:
Sobre o ritmo das ondas.
Sucesso em alta tensão.
Mais um disco do Saraiva pode ser encontrado no blog Acervo Origens:
Lágrimas de Namorados.
Mastigue o filé!
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Choro também é filé II: Turibio Santos - Valsas e Choros


Esse é um disco de primeiríssima qualidade. Observe que o violão de 7 cordas é um tal de Rafael Rabello. Sobre Turibio Santos , leia aqui.
Mastigue o filé.
domingo, 6 de janeiro de 2008
Tinha um "passarinho" escondido
Como os freqüentadores deste blog já devem ter percebido, sou um fã do "Bird" (Charlie Parker). Vou partilhar com vocês uma pequena descoberta que fiz há alguns anos: vasculhando uma loja de discos em busca de algo interessante, deparei-me com o seguinte disco

Um disco muito bom, com apresentações de Gillespie e sua big band, em 28 de fevereiro 1948, e Roach com seu quinteto em 15 de maio de 1949. Aí vem o detalhe: nesta data, o quinteto de Max Roach, que na verdade era o quinteto de Charlie Parker, estava em Paris. Vejam os créditos:

Observem que é exatamente o quinteto de Charlie Parker, exceto o próprio Bird, substituído pelo tenorista James Moody.
Eis que, escutando o disco, descubro que, em duas das faixas (Baby Sis e Tomorrow) quem toca é o próprio Parker! Imaginem a minha surpresa ao ouvir o fraseado e o sopro seco de Parker (tocando o tenor, mesmo) . É inconfundível! Tenho certeza de que é realmente Parker, até porque nas outras duas faixas (Prince Albert e Maximum) quem toca é o James Moody mesmo, dá pra perceber a diferença.
Em todo caso, aí estão as faixas. Ouçam e tirem suas conclusões:
Baby Sis.
Tomorrow.

Um disco muito bom, com apresentações de Gillespie e sua big band, em 28 de fevereiro 1948, e Roach com seu quinteto em 15 de maio de 1949. Aí vem o detalhe: nesta data, o quinteto de Max Roach, que na verdade era o quinteto de Charlie Parker, estava em Paris. Vejam os créditos:

Observem que é exatamente o quinteto de Charlie Parker, exceto o próprio Bird, substituído pelo tenorista James Moody.
Eis que, escutando o disco, descubro que, em duas das faixas (Baby Sis e Tomorrow) quem toca é o próprio Parker! Imaginem a minha surpresa ao ouvir o fraseado e o sopro seco de Parker (tocando o tenor, mesmo) . É inconfundível! Tenho certeza de que é realmente Parker, até porque nas outras duas faixas (Prince Albert e Maximum) quem toca é o James Moody mesmo, dá pra perceber a diferença.
Em todo caso, aí estão as faixas. Ouçam e tirem suas conclusões:
Baby Sis.
Tomorrow.
sábado, 22 de setembro de 2007
Quatro motivos para gostar de Charlie Parker

Esse aí em cima é Charlie Parker, saxofonista, responsável por uma mudança de rumos sem paralelo na história do jazz. Muito já se falou sobre ele e não vou repetir o que pode ser encontrado aqui ou aqui. Prefiro dar quatro motivos para chamar Parker de gênio:
Motivo 1: Dance of the infidels
Charlie Parker - sax alto
Bud Powell - piano
Charles Mingus - baixo
Max Roach - bateria
Maio de 1953.
Motivo 2: Lady be Good
Charlie Parker - sax alto
Willie Smith - sax alto
Al Killian - trompete
Howard McGhee - trompete
Lester Young - sax tenor
Billy Hadnott - baixo
Lee Young - bateria
28 de janeiro de 1946.
Motivo 3: Leep Frog
Charlie Parker - sax alto
Dizzy Gillespie - trompete
Thelonious Monk - piano
Curly Russell - baixo
Buddy Rich - bateria
6 de junho de 1950.
Motivo 4: Ornithology
Charlie Parker - sax alto
Theodore "Fats" Navarro - trompete
Earl "Bud" Powell - piano
Tommy Potter - baixo
Art Blakey - bateria
17 de maio de 1950.
domingo, 2 de setembro de 2007
Choro também é filé I


Tenho visto, em blogs amigos, como Abracadabra e Som Barato, muitas postagens dos discos do selo Marcus Pereira, todas fantásticas. Pois bem, venho acrescentar mais uma e, de quebra, começo a preencher uma lacuna no Só o Filé: essa é a primeira postagem de choro deste blog. Outras virão, com certeza, pois choro também é filé!
Só pelos nomes na capa do disco, uma turma realmente "da pesada", com Altamiro Carrilho e Carlos Poyares na flauta, Raul de Barros no trombone, Abel Ferreira no clarinete, Waldir Azevedo no cavaquinho e Pernambuco no pandeiro(*), dá para perceber que é coisa muito boa o que vem por aí.
O disco, gravado ao vivo em Junho de 1977, é uma jóia. Minhas faixas preferidas são: "Molambo", com Carlos Poyares improvisando maravilhosamente na flauta, "Urubú Malandro", com um delicioso diálogo entre a flauta e o pandeiro, "Minhas Mãos, Meu Cavaquinho", com o grande Waldir Azevedo, e a arrebatadora faixa final, "Todo o Choro", com todos os participantes improvisando muito, mandando brasa, mesmo.
Só posso sorrir ouvindo uma maravilha dessas! Um filé!
Faixas
| 1 | Pot-pourri de Raul de Barros [Trombone]: |
• Carinhoso (Pixinguinha-João de Barro) • Voltei ao meu lugar (Del Loro-Carioca) • Pororó, pororó (Raul de Barros) Interpretação: Raul de Barros | |
| 2 | Pot-pourri de Carlos Poyares [Flauta e Flauta de Lata]: |
• Seresteiro (Pixinguinha) • Molambo (Jayme Florence-Augusto Mesquita) • Paciente (Pixinguinha) • Apanhei-te, cavaquinho (Ernesto Nazareth) Interpretação: Carlos Poyares | |
| 3 | Urubu malandro |
(Lourival Carvalho - João de Barro) Interpretação: Pernambuco do Pandeiro | |
| 4 | Pot-pourri de Abel Ferreira [Clarinete e Saxofone]: |
• Sai da frente (Abel Ferreira) • Saxofone, por que choras? (Severino Rangel “Ratinho”) • Ingênuo (Pixinguinha) • André de sapato novo (André Victor Correia) Interpretação: Abel Ferreira | |
| 5 | Pot-pourri de Altamiro Carrilho [Flauta]: Tributo a Pixinguinha: |
• Lamento (Pixinguinha) • Um a zero (Pixinguinha) • Carinhoso (Pixinguinha-João de Barro) Interpretação: Altamiro Carrilho | |
| 6 | Minhas mãos, meu cavaquinho |
(Waldir Azevedo) Interpretação: Waldir Azevedo | |
| 7 | Todo o choro: |
• Brasileirinho (Waldir Azevedo) • Urubu malandro (Lourival Carvalho-João de Barro) Interpretação: Abel Ferreira / Altamiro Carrilho / Carlos Poyares / Raul de Barros / Waldir Azevedo / Pernambuco do Pandeiro |
Confira
(*) Um detalhe interessante é que o primeiro disco de Hermeto Pascoal foi gravado com o regional de Pernambuco do Pandeiro.
domingo, 26 de agosto de 2007
Patativa do Assaré - A Terra é Naturá


O maior poeta popular brasileiro, Antonio Gonçalves da Silva, nasceu a 5 de março de 1909 na Serra de Santana, pequena propriedade rural, no município de Assaré, no Sul do Ceará. Como a maioria dos cantadores e poetas populares de seu tempo, carregava na alcunha o nome de sua terra: Patativa do Assaré.
O disco A Terra é Naturá foi produzido por Raimundo Fagner, tendo o cineasta Rosenberg Cariri como assistente de produção, nos violões duas feras: Manassés e Nonato Luiz, e a introdução das poesias é feita na rabeca por outro gigante da cultura popular, o Cego Oliveira.
Só gente da melhor qualidade!
As faixas são todas sensacionais, mas as que eu mais gosto são "Mãe Preta" e "A Morte de Nanã", com sua tristeza pungente e profunda.
Escutem com a mente aberta e o espírito preparado, pois é coisa finíssima, um filé!
Confira
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